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Origens de Wicca

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Origens de Wicca

Mensagem por anokidas em Dom Mar 10, 2013 4:10 pm

Origens

Falar em origem da bruxaria é o mesmo que retornar aos primórdios da Humanidade, quando os seres humanos começaram a despertar sua percepção para os mistérios da vida e da natureza.

Explicar a Wicca é ter que entender várias religiões diferentes que foram mescladas, subtraídos os elementos de violência e morte e por fim colocar tudo num compêndio com uma ideologia totalmente feminista. A wicca foi compilada nos anos 50, época inclusive que começaram a surgir as primeiras células do movimento feminista pelo mundo e também as primeiras "aparições" de publicações da Rosacruz para pessoas de fora da ordem. Com acesso a bibliotecas de história da época e agora de material explicando sobre alta magia, Gerald Brosseau Gardner começou seus estudos sobre magia e mitologia dos povos da época das invasões bárbaras até finalmente criar a wicca, que primeiramente era simplesmente uma filosofia até se tornar uma religião com vários adeptos no mundo todo.
Além de vários ritos e conceitos mais leves das culturas pré Idade Média, Gardner também incluiu em seu compêndio vários elementos da Stregheria italiana e até mesmo da própria Inquisição para sustentar a sua base de que as mulheres seriam "bruxas naturais" e que teriam muito mais habilidade com magia do que os homens, quase divinizando-as. A filosofia de Gardner prega basicamente que você deve estar sempre bem com você e com o mundo, sendo assim temos as treze metas da wicca.

As Treze Metas da Wicca


- Conhecer a si mesmo
- Saber sua arte
- Aprender
- Usar o que você aprendeu
- Manter o balanço de todas as coisas
- Manter suas palavras verdadeiras
- Manter seus pensamentos verdadeiros
- Celebrar a vida
- Alinhar você mesmo com os ciclos da Terra
- Manter seu corpo correto
- Exercitar seu corpo e sua mente
- Amar ao próximo como a ti mesmo
- Honrar a Deusa e o Deus

Essas metas devem ser seguidas pelos praticantes da Wicca. Há também algumas leis da Wicca, que assim como as metas devem ser seguidas e respeitadas.

Deusa-Mãe





O sagrado feminino em foco. A divinização da mulher como criadora do universo. A deusa multifacetada da wicca é atribuida a várias outras deidadas de panteões estrangeiros, todas com o mesmo emblema, o amor materno incondicional e a arte da magia nas veias. Ísis geralmente é a primeira a ser sincretizada, deusa da magia, mulher de Osíris e mãe de Hórus. Amou o marido mesmo esse morto (arquétipo da fidelidade conjugal e do amor eterno), ajudou seu filho Hórus a se tornar o mais poderoso Deus do panteão derrotando seu tio Set (arquétipo da devoção materna e da perseverança) e descobriu o nome secreto do Deus mais poderoso do panteão egípcio (arquétipo da inteligência e da magia).
A Deusa-Mãe foi rejeitada por várias outras crenças por não aceitarem seu sincretismo com deusas pertencentes a panteões absolutamente patriarcais, sendo ela uma deusa matriarcal e totalmente rebelde ao controle masculino. Um equívoco comum entre vários wiccanos hoje em dia é o sincretismo da Deusa-Mãe com Lilith. Lilith é uma Deusa Suméria da luxúria e do aborto, logo seu arquétipo não tem nada de maternal e procriador, assim como Athenas que nunca teve filhos e era a deusa da estratégia militar.

Deus Cornífero






Símbolo da caça e da força bruta. Marido, filho e escudeiro leal da Deusa mãe. O Deus Cornífero já foi várias vezes visto como o demônio pelos cristãos mais fanáticos, tudo por causa dos chifres que nada mais são do que o símbolo de poder desse Deus meio homem meio cervo. Ele também representa a juventude, a tenacidade e a roda das encarnações. Seu ciclo é natural como o de toda a natureza, ao contrário da Deusa-Mãe o Deus Cornífero nasce, cresce, se reproduz, morre e nasce novamente. É geralmente associado a Deuses de nascimento "estranhos" como Dionísio que foi gerado duas vezes, morreu uma vez e logo depois conseguiu reviver. Não é visto muito como um símbolo de poder mágico, mas sim de força braçal e de coragem. Esse Deus também é multifacetado, porém é necessário ter muito cuidado com os sincretismos uma vez que o Deus Cornífero é totalmente submisso a Deusa-Mãe.



Samhain, Dia das Bruxas ou Halloween - Comemorado a 1 de maio no Sul ou 31 de Outubro no Norte, marca a ida do Deus ao Reino dos Mortos. É o ponto auge da Roda do Ano e é considerado o Ano Novo pagão. Nessa data a barreira entre os mundos está mais fraca, facilitando assim, o contato com entes queridos que já se foram. Métodos Divinatórios devem ser praticados nessa noite e o altar deve conter folhas de cipreste, abóboras, velas negras e laranjas. Em Samhain é tempo de reflexão: de olharmos para nossos atos e compreendermos o significado de nossas experiências.

Apesar de ser a noite da partida do Deus, não deve ser encarado com tristeza - Ele ainda vive dentro da Deusa como seu filho: É a esperança, a promessa de luz, que se concretizará em Yule. Este é o mais importante de todos os Festivais, pois, dentro do círculo, marca tanto o fim quanto o início de um novo ano. Nessa noite, o véu entre o nosso mundo e o mundo dos mortos se torna mais ténue, sendo o tempo ideal para nos comunicarmos com os que já partiram.

As bruxas não fazem rituais para receber mensagens dos mortos e muito menos para incorporar espíritos. O sentido do Halloween é nos sintonizarmos com os que já partiram para lhes enviar mensagens de Amor e harmonia. A noite do Samhain é uma noite de alegria e festa, pois marca o início de um novo período em nossas vidas, sendo comemorado com muito ponche, bolos e doces. A cor do sabá é o negro, sendo o Altar adornado com maçã, o símbolo da Vida Eterna. O vinho é substituído pela cidra ou pelo suco de maçã. Deve-se fazer muita brincadeira com dança e música. Os nomes das pessoas que já se foram são queimados no caldeirão, mas nunca com uma conotação de tristeza.
No Altar e nos Quadrantes não devem faltar as tradicionais Máscaras de Abóbora com velas dentro. Antigamente, as pessoas colocavam essas abóboras na janela para espantar os maus espíritos e os duendes que vagavam pelas noites do Samhain. Essa palavra significa "Sem Luz", pois, nessa noite, o Deus morreu e mundo mergulha na escuridão. A Deusa vai ao Mundo das Sombras em busca do seu amado, que está esperando para nascer. Eles se amam, e, desse Amor, a semente da luz espera
no Útero da Mãe, para renascer no próximo Solstício de Inverno como a Criança da Promessa.

A Roda continua a girar para sempre. Assim, não há motivo para tristezas, pois aqueles que perdemos nessa vida irão renascer, e, um dia, nos encontraremos novamente, nessa jornada infinita de evolução.
Há muita divergência quanto à pronúncia da palavra, mas acredito que seja Sal-Uin (Sow-ween). Essa é a noite em que a barreira entre nosso mundo e o mundo dos espíritos fica mais fina. É quando o Deus Cornudo se sacrifica para se tornar a semente de seu próprio renascimento em Yule. É quando os pastores recolhem o gado e o povo esconde-se em casa, fugindo da época mais escura do inverno. A data marca o fim (e o início) do calendário Celta.







É celebrada pelos Cristãos como o Dia das Bruxas, o famoso Halloween. A noite de Samhain ou Halloween se encontra
no meio exato entre o Ano que se vai e o que vem pela frente, e é, portanto, uma data atemporal. Um antigo costume de Samhain na Bélgica era o preparo de “Bolos para os Mortos” especiais (bolos ou bolinhos brancos e pequenos). Comia-se um bolo para cada espírito de acordo com a
crença de que quanto mais bolos alguém comesse, mais os mortos o abençoariam. Outro costume de Samhain era acender um fogo no forno de casa, que deveria queimar continuamente, até o primeiro dia da Primavera seguinte. Eram também acesas, ao pôr-do-sol,grandes fogueiras no cume dos morros em honra aos antigos deuses e deusas, e para guiar as almas dos mortos aos seus parentes.

As Artes Divinatórias, como observação da bola de cristal e o jogo de runas, na noite mágica de Samhain, são tradições Wiccans, assim como ficar diante de um espelho e fazer um pedido secreto.

Alimentos e bebidas: Suco de maça ou cidra, torta de abóbora, pão de cenoura, abóbora, romã, grãos e açúcar mascavado.

Ervas e flores:Pimenta, cravos de defunto, crisântemo, avelã e gataria.

Ornamentos para o altar: Abóboras, morangas, maças, talismãs de proteção e presentes para que os mortos NÃO APAREÇAM NA SUA CASA. Para os celtas, era nesse dia que os espíritos dos mortos saiam do túmulo para visitarem seus parentes... .

Fonte: viasinistrae.livreforum
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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Salomé em Dom Mar 10, 2013 11:27 pm

Muito bem anokidas.

Não nos poderemos esquecer nunca de que a wuicca é sobretudo uma religião ligada à Terra. Enquanto que os praticantes de muitas religiões se focalizam nos acontecimentos do após-morte, os wicans focalizam-se na participação da vida, do aqui e agora e celebram tudo o que a Natureza, a Terra e o corpo fisico têm a oferecer: a experiência da vida e do amor, o sexo, e até a morte.

Os wicans trabalham com os quatro elementos: Terra, Ar, Água e Fogo.Vêem o Sol como símbolo do Deus e a Lua como símbolo da Deusa.

Celebram em cada primavera a renovação da Terra, e, em cada inverno o seu repouso, sendo uma das suas prioridades máximas a sintonia com o movimento da natureza. Muitos wiccans são ambientalistas ou vegetarianos.


Fonte: Adaptado de "O Livro da Wicca", de Thea Sabin (2006)
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Re: Origens de Wicca

Mensagem por anokidas em Seg Mar 11, 2013 3:45 pm

Sim são muito ligados à Natureza.Existe muitas tradições Wicca ao qual ainda praticamos e sem saber o porquê .Por exemplo na terra onde vivo a prática de oferecer o bolinho ainda é muito viva.
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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Akasha867 em Sex Fev 14, 2014 2:09 pm

Wicca não é a mesma coisa de bruxaria, apesar de Gardner querer ter dito isso, não é verdade. Wicca é uma vertente da bruxaria. Gardner era até um bruxo falhado.

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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Mephisto em Sex Fev 14, 2014 2:22 pm

Olá Akasha, Wink

Fiquei curioso com a tua afirmação. Porque dizes que ele era um falhado?
Concordo contigo, quando dizes que Wicca não é bruxaria. Acho que se enquadra melhor no paganismo.

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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Akasha867 em Sex Fev 14, 2014 2:57 pm

Quando li sobre o assunto foi a ideia com que fiquei, do que li e do que diziam. Quando eu tiver mais tempo e for a casa da minha mae onde estao os meus livros depois venho completar a resposta.

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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Mephisto em Sex Fev 14, 2014 3:03 pm

Não conheço o senhor em questão. Quando puderes, chuta.  Wink 

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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Salomé em Sab Fev 15, 2014 4:44 pm

Akasha, estás a falar de Gerald Gardner? É que por muitos é considerado o "pai" da "nova wicca"....
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Re: Origens de Wicca

Mensagem por anokidas em Seg Fev 17, 2014 12:56 am

Se forem à Wikipédia está muita autobriografia de Gerald Garden ou algumas obras a falar do dito senhor.Por o que tenho lido Bruxaria não é o mesmo que Wicca é verdade,mas Gardner não tinha essa intenção,ele dizia que Wicca era mais para as mulheres e bruxaria era para os homens querendo diferenciar as práticas como feminino e masculino.
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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Salomé em Seg Fev 17, 2014 6:49 pm

Antes de mais é necessário diferenciar a bruxaria da feitiçaria e depois enquadrar a wicca.
Serão conceitos diferentes?
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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Ligeia em Qua Abr 02, 2014 5:34 pm

Salomé escreveu:Antes de mais é necessário diferenciar a bruxaria da feitiçaria e depois enquadrar a wicca.
Serão conceitos diferentes?

Sim, são diferentes - embora sejam usados normalmente como conceitos quase idênticos pois ambos utilizam a magia e meios místicos e /ou paranormais para aproveitar as forças ocultas da Natureza (físicas e/ou espirituais) no sentido de obter resultados ambicionados.

A diferença surge logo na Idade Média* em que o termo feitiçaria foi cunhado para diferenciar as bruxas que respeitam os "cânones" pagãos (utilização de meios providenciados pela Natureza, respeito pela sintonia e natureza das forças, a vinculação religiosa a divindade(s) pagã(s), entre outras coisas) daquelas que manipulam distorcidamente essas mesmas forças, energias ou entidades. A feitiçaria "envenena" e "trai" os princípios da magia pelo recurso a poderes tidos como sobrenaturais para interferir no decurso natural das coisas de modo negativo (uma vez que é "imposto", forçado). É a prática de magia malévola, uma espécie de obtenção de fins sem olhar a meios. Hoje em dia as coisas já não ostentam esta carga assim tão "negra" porque a feitiçaria é mais encarada como a prática de uma técnica (magia) e ponto final (se é parágrafo ou não...).

A bruxaria representa a utilização "sintonizada" e equilibrada da magia, o que se manifesta essencialmente na sua reverenciação a Deus(es)/Deusa(s) e pelo culto à Natureza e seus frutos e recursos; um praticante de bruxaria visa sempre a melhor resolução sem que exista lugar a "forçar" acontecimentos ou interferências, pautando-se por um "código moral" de respeito absoluto pelo que flui e está destinado, pela Natureza e pelos Outros ("faz o que quiseres sem prejudicar ninguém"), apenas procura a "manipulação" gentil e favorável para o concurso daquilo que é Bom/Bem (a tal sintonia) - se "resultar" é porque vai de encontro a. Se não "resultar" é porque não vai de encontro a.

(Isto tudo sem atender minimamente sequer à discussão que em que os bruxos nascem e os feiticeiros aprendem, blábláblá...)

Em suma: a feitiçaria é parte integrante da bruxaria, mas a bruxaria nem sempre integra a feitiçaria.

Para os fãs, nerds, apreciadores, conhecedores e/ou curiosos: pensem no arturiano Merlin ou nos tolkianos Gandalf e Saruman e digam-me de vossa justiça. Todos Magos (praticantes de Magia). Mas... Feiticeiros?...Bruxos? Na resposta encontra-se a síntese da Bruxaria e Feitiçaria em estado puro. Porque a Wicca é uma reformulação moderna do que sempre existiu e um cunhar de patentes, procedimentos e posturas (filosóficas, espirituais, de vida, ...) que "transforma" (ou será "traduz"?) a bruxaria como a Arte dos Sábios (da decomposição anglo-saxónica: witchcraft - wiccacrast - wise craft - craft of the wise). Não me levem a mal os wiccans, a quem respeitosamente apelido de neo-pagãos precisamente para distanciar de algumas das "borradas" de Gardner.

Termino aqui com uma recomendação de leitura (estão a ver porque é que não participo mais? só digo ou disparates ou escrevo em barda e não necessariamente bem ou acertadamente - mas o livro é "de valor"!): "Ritos e Mistérios Secretos do Wicca", de Gilberto Lascariz  para as Edições Zéfiro (2008). Ando a relê-lo de há uns dias para cá e é uma excelente fonte no que também às origens concerne (e não só aos ritos e mistérios) do Wicca, distinguindo clara e abertamente as balelas new age e psicologistas, exaltando a gnose e a iniciação mágicas no sentido mais puro.

*"Feitiçaria" deriva do francês antigo "sorcerie", que por sua vez advém do latim vulgar "sortiarius", "sor" que significa  "destino, fatalidade, sorte"; a partir de 1300 o termo feitiçaria começa a ser utilizado pejorativamente para com todos aqueles praticantes de bruxaria que procuram malevolamente "influenciar o destino".


Última edição por Ligeia em Qui Abr 03, 2014 1:46 pm, editado 2 vez(es) (Razão : verificação etimológica e cronológica)

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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Salomé em Qua Abr 02, 2014 7:18 pm

Resumindo: as bruxas são as boas e as feiticeiras são as más.... é isso?
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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Ligeia em Qui Abr 03, 2014 1:38 pm

Para a moralidade a preto e branco e de modo redutor, sim  Very Happy 

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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Salomé em Sex Abr 04, 2014 2:37 pm

e a wicca? onde se situa no espectro cromático? no preto, no branco ou são assim a modos que cinzentinhas?

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Re: Origens de Wicca

Mensagem por Ligeia em Dom Abr 06, 2014 5:40 pm

Rosa fúschia com bolinhas verde floresta  tongue 

Creio, pelo que estou a reler (já tinha lido o tal livro há uns anos e retive tão pouco que até tenho vergonha) que no wicca a coisa quer-se na brancura segura, mas de quando em vez lá aparecem umas alminhas que lhes dá para adicionar umas gotazinhas de tinta preta e a coisa fica a modos que cinza...

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Re: Origens de Wicca

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